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	<title>Arquivo de discromia - Cientifique</title>
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	<description>Estética, saúde e bem estar</description>
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	<title>Arquivo de discromia - Cientifique</title>
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		<title>MELANINA, a menina da cor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 23:06:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A melanina é um pigmento responsável pela cor da pele, olhos e cabelos. Na pele humana, além de pigmentar, a melanina, possui um papel de proteção contra os raios UVs. Segundo o dermatologista Thomas B. Fitzpatrick, a cor natural da pele pode ser classificada de duas formas, constitutiva onde a pigmentação da pele é controlada</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A melanina é um pigmento responsável pela cor da pele, olhos e cabelos. Na pele humana, além de pigmentar, a melanina, possui um papel de proteção contra os raios UVs. Segundo o dermatologista Thomas B. Fitzpatrick, a cor natural da pele pode ser classificada de duas formas, constitutiva onde a pigmentação da pele é controlada por fatores genéticos que atuam em todas as etapas da melanogênese fornecem características específicas aos melanossomas através dos genes de pigmentação. E facultativa que depende da exposição ao sol, processo de envelhecimento e influências hormonais. Em 1976, Fitzpatrick classificou a pele humana em seis tipos de acordo com o fototipo e etnia, variando do tipo I ao tipo VI. </p>
<p>A quantidade de melanina presente na pele determina o fototipo através da tonalidade da pele do indivíduo. Por haver maior quantidade de melanina, nas pessoas de pele negra a ocorrência de alterações cutâneas no envelhecimento intrínseco e extrínseco ocorrem em menor grau e pessoas de peles claras estão mais suscetíveis ao fotoenvelhecimento e câncer de pele, já que a quantidade de melanina é menos expressiva.</p>
<p>O processo que ocorre a formação de melanina é conhecido como melanogênese, produzida no interior dos <a href="https://cientifique.com.br/melanocito-celulas-responsaveis-pela-cor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">melanócitos</a>, encontrados na camada basal. Os melanócitos são células dendríticas que se originam a partir da crista neuronal e representam cerca de 5% a 10% das células da epiderme. </p>
<p>No interior dos melanócitos, organelas chamadas melanossomas, são transportadas pelos dendritos melanocíticos para os queratinócitos da epiderme. Esse processo pode ser disparado pela exposição solar tendo em vista que, quando a luz incide sobre a pele, pode ser absorvida, refletida ou espalhada. A luz absorvida, através de reações fotoquímicas, produz alterações nos cromóforos e desencadeiam todas as outras reações bioquímicas que resultam em danos à pele. A melanina é o principal cromóforo na pele e absorve desde 300 até 1200nm, outros exemplos de cromóforos da pele são os ácidos nucléicos, aminoácidos e o ácido urocânico.</p>
<p>A pigmentação ocorre por meio de uma série de eventos que envolvem os melanócitos e queratinócitos adjacentes ou queratinócitos condicionados. Cada melanócito fornece melanossomas contendo melanina a cerca de 36 queratinócitos, e a quantidade e arranjo da melanina determinam a pigmentação da pele. A pele é então pigmentada pela melanina, tornando-se bronzeada. Por meio desse mecanismo, o organismo se defende dos efeitos danosos da radiação. Sendo a melanina um filtro solar natural contra a radiação UV.</p>
<p>Falar sobre a melanina é um assunto muito interessante e extenso, por isso darei continuidade. Mas antes gostaria de deixar como referência os livros que estou me baseando para escrever esse tema: Pele do nascimento à maturidade, da autora Dra. Maria Inês Harris; Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos das autoras Rosaline K. Gomes e Marlene G. Damazio; Guia de Produtos Cosméticos da autora Teresa Rebello e Fotoproteção, dos autores Luiz Gustavo Martins Matheus e Alberto Keidi Kurebayashi. Lembrando que O ASSUNTO MELANINA CONTINUA!!</p>
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		<title>Ácido Tranexâmico presente nos lançamentos do 19º Congresso Internacional de Estética 2011</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 14:54:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Despigmentantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anhembi, de 04 a 07 de Agosto, São Paulo, onde aconteceu o 19º Simpósio Internacional de Estética 2011, um grande evento que reúne profissionais do mundo todo da área estética em busca de aperfeiçoamento. Congresso científico que contou com palestrantes médicos, farmacêuticos, fisioterapeutas e esteticistas, apresentando novas técnicas e atualidades dermocosméticas. Muitas novidades  foram apresentadas,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Anhembi, de 04 a 07 de Agosto, São Paulo, onde aconteceu o 19º Simpósio Internacional de Estética 2011, um grande evento que reúne profissionais do mundo todo da área estética em busca de aperfeiçoamento. Congresso científico que contou com palestrantes médicos, farmacêuticos, fisioterapeutas e esteticistas, apresentando novas técnicas e atualidades dermocosméticas. Muitas novidades  foram apresentadas, terapias e ativos inovadores. Dentre várias abordagens como, glicação, efeito  detox, não podia faltar lançamentos para tratar as “manchas”.</p>
<p>Existem na pele concentrações localizadas de pigmentos que recebem nomes distintos: Sardas ou Efélides, Melasma ou Cloasma, Hiperpigmentações Pós-Inflamatórias. São várias as alterações pigmentarias responsável pela formação das manchas. De maneira geral, a hiperpigmentação da pele é devida a vários fatores, como envelhecimento, gravidez, distúrbios endócrinos, uso de hormônios e exposição ao sol em diferentes graus. Estudos foram conduzidos sobre diversas manifestações crônicas que afetam o aspecto pessoal e a satisfação estética. Muitos deles provam que as radiações de luz solar são as principais responsáveis pela maioria das hiperpgmentações, seguidas pelos hormônios e/ou fatores externos.</p>
<p>A exposição da pele à luz ultravioleta (UV) pode causar bronzeamento, fotoenvelhecimento e até mesmo fotocarcinogênese. A melanina é importante para proteção contra lesão por UV, mas sua produção desordenada pode levar à formação de lentigem ou manchas escurecidas de senescência.</p>
<p>Tratamentos tópicos para melasma incluem agentes despigmentantes como a hidroquinona e peelings químicos com a utilização de ácido glicólico e outros ativos.</p>
<p>Nessa publicação quero ressaltar um processo que também é responsável pela ativação da melanina  resultando na hiperpigmentação. A conversão da plasminogênio, presente nas células basais epidérmicas, em plasmina ativa a secreção de enzimas que atuam diretamente no fator de crescimento de melanócitos, células que produzem a melanina responsável pela pigmentação da pele. A plasmina também degrada proteínas da matriz extracelular e ativa a colagenase, processo de destruição do colágeno causando flacidez e formação de rugas.</p>
<p>O ativador de plasminogênio é gerado pelos queratinócitos e apresenta níveis séricos aumentados com o uso de anticoncepcionais orais e na gravidez, aumentando a atividade dos melanócitos.   Em síntese, existe uma complexidade, uma série de mecanismos que estão vinculados e que justifica a dificuldades encontrada no tratamento das manchas.</p>
<p>O <strong>Ácido Tranexâmico</strong> é um agente antifibrinolítico, que atua por um mecanismo competitivo que inibe a proteína ativadora do plasminogênio, impedindo indiretamente a formação da plasmina.</p>
<p>Um estudo-clínico recente investigou a ação do <strong>Ácido Tranexâmico</strong> em cultura de melanócitos humano com queratinócitos. mostrou uma redução da atividade da tirosinase, enzima chave da síntese de melanina, somente em presença de queratinócitos. Estes resultados indicam que o <strong>Ácido Tranexâmico</strong> inibe a síntese de melanina não pela atuação direta nos melanócitos, mas através da inibição dos ativadores dos melanócitos contidos na cultura de queratinócitos.</p>
<p>A inibição do ativador do plasminogênio, tipo-uroquinase (Upa) em cultura com queratinócitos e com anti-anticorpo especifico anti-Upa mostrou um aumento da atividade da tirosinase e inibição de mudanças morfológicas de melanócitos.</p>
<p>O uso tópico do <strong>Ácido Tranexâmico</strong> é indicado no tratamento de melasmas, remoção da hiperpigmentação da pele resultante de cicatrizes de acne, idade, exposição solar.</p>
<p>O <strong>Ácido Tranexâmico</strong> pode ser utilizado em produtos tópicos com concentração entre 0,4 e 3% com aplicação na área afetada conforme prescrição médica.</p>
<p>Testes em laboratório mostram uma redução de 32% na produção de melanina na inflamação acneica do sérum com 3% de <strong>Ácido Tranexâmico.</strong></p>
<p>O Acido Tranexâmico já vem sendo utilizado por médicos dermatologistas tanto na forma tópica como na injetável, sendo aplicado em injeções intra-dérmica no tratamento de melasma. Um estudo publicado na Surgical &amp; Cosmetic Dermatology comprova a eficácia.</p>
<p><em>“Concluindo, esse tratamento mostrou-se eficaz, sem efeitos colaterais significativos. Por tal razão, o Ácido Tranexâmico apresenta-se como uma nova e promissora opção terapêutica para o melasma, podendo ser utilizado tanto na forma de creme como de solução injetável.”</em></p>
<p>Na edição 19º do Simpósio Internacional de Estética, empresas de dermocosméticos como Bioage e Cosmobeauty lançaram produtos para o tratamento de manchas compostos pelo Ácido Tranexâmico devido aos seus benefícios acima apresentado. As associações conhecidas do Acido Tranexâmico são com Ácido Ferrulico, Ácido Glicerrízico, Ácido Fitico, Ácido Kójico, Vitaminas  A e  E, Vitamina C Ester, Ascorbosilane, Acido Hialurônico o Hialuronato de Sódio, Alfa-bisabolol, Synovea HR (Hexilresorcinol), Kopdyne e Sytenol A.</p>
<p>Uma nova opção para tratar as manchas que possibilita ser associado aos tratamentos convencionais.</p>
<p>Um benefício interessante do Ácido Tranexâmico se dá pelo seu peso molar (na faixa de 157) ser relativamente grande em relação ao ácido glicólico (na faixa de 76), dessa forma aumenta o tempo de permeação, conferindo ao Ácido Tranexâmico maior segurança.</p>
<p>* Algumas situações que necessitam de atenção especial do profissional da saúde, entre elas as hemofilias, doença de V<em>on Willebrand</em>, pacientes que fazem uso de fármacos antiplaquetários, portadores de diabetes e pacientes geriátricos.</p>
<p><em>Fontes de consulta:</em><br />
Meus sinceros agradecimentos à <em>Lemma Supply Solutios</em> que forneceu as literaturas científicas, minha fonte de consulta para publicação deste artigo. <a href="http://www.lemma.com.br" target="_blank" rel="noopener">www.lemma.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.surgicalcosmetic.org.br/public/artigo.aspx?id=39" target="_blank" rel="noopener">http://www.surgicalcosmetic.org.br/</a></p>
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