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	<title>Arquivo de metaloproteinases - Cientifique</title>
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		<title>COLÁGENO XVII</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 16:47:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>proteína que atua na manutenção da regulação do envelhicimento capilar e da pele Quem nunca ouviu falar sobre o colágeno?! uma das proteínas do nosso corpo que é mais representativa, pode ser encontrada em várias partes do corpo e quando pensamos no envelhecimento, na sequência lembramos que precisamos de colágeno para reverter os danos do</p>
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<p><em>proteína que atua na manutenção da regulação do envelhicimento capilar e da pele</em></p>



<p>Quem nunca ouviu falar sobre o colágeno?! uma das proteínas do nosso corpo que é mais representativa, pode ser encontrada em várias partes do corpo e quando pensamos no envelhecimento, na sequência lembramos que precisamos de colágeno para reverter os danos do envelhecimento. Em outras postagem falamos da importância do colágeno para a jovialidade da pele, nesse post vamos falar sobre o Colágeno XVII que tem sido muito comentado e que existe fortes relações dele também com o envelhecimento capilar.</p>



<p>Quando se pensa em envelhecimento celular, logo já somos levados à senescência da pele. No entanto, já temos tecnologias avançadas que demonstram também o envelhecimento capilar. Assim como as células epiteliais corporais, o passar do tempo também prejudica a atividade celular no couro cabeludo, em uma região especialmente importante para a saúde do folículo piloso, o bulbo capilar.</p>



<p>O bulbo capilar é composto pela papila dérmica, região com células tronco do folículo capilar (do inglês HFSCs) que expressam uma importante proteína, o colágeno 17A1. A diminuição de colágeno 17A1 compromete a diferenciação das HFSCs que migram para a epiderme e se diferenciam como queratinócitos cornificados, causando a miniaturização do fio até a queda permanente.</p>



<p>Segundo publicação no site do departamento de patologia da faculdade de medicina UFRJ, as proteínas colagênicas são as mais abundantes, compreendendo cerca de 25% a 30% das proteínas do organismo. A molécula de colágeno é formada pela reunião helicoidal de três cadeias alfa polipeptídicas helicoidais, ricas nos aminoácidos glicina, prolina, hidroxiprolina e hidroxilisina. Há cerca de 46 tipos diferentes de cadeias alfa polipeptídicas, de modo a formarem-se os 29 diferentes tipos de colágeno conhecidos.</p>



<p>Essas moléculas distribuem-se em grupos definidos de acordo com as homologias estruturais de seus domínios e as interrelações entre si (associações supraestruturais), pois cada tipo de colágeno costuma associar-se com outro tipo de colágeno na matriz extracelular, assim como com vários dos demais componentes da MEC citados.</p>



<p>O colágeno tipo XVII (COL17) localiza-se nos hemidesmossomos dos epitélios na pele, nas membranas mucosas, e nos olhos. Estabiliza a adesão das células epiteliais com a matriz extracelular. A suposta função do colágeno tipo XVII é estabilizar a adesão das células epiteliais à matriz extracelular circundante. (SUN, et al. 2016).</p>



<p>Os hemidesmossomos (HD) diminuem com o envelhecimento e resultam na microdelaminação das células basais. Dentre todos os componentes da HD, o COL17 é o único que apresenta diminuição significativa durante o envelhecimento. Estudos subsequentes demonstraram que a instabilidade do hemidesmossoma é causada pela proteólise do COL17A1 induzida pela instabilidade genômica tanto pelo envelhecimento intrínseco, quanto pelo fotoenvelhecimento induzido por UVB.</p>



<p>Para Liu e colaboradores em 2022, o colágeno XVII (COL17) medeia as interações das células-tronco com as células circundantes e a matriz para regular a homeostase da pele, o envelhecimento e o reparo de feridas. A pele apresenta profundas alterações estruturais e funcionais com a idade, incluindo adelgaçamento epidérmico e dérmico, perda de elasticidade dérmica e enrugamento, além de envelhecimento e perda de cabelo.</p>



<p>As células-tronco da pele, são chaves prospectivas para a dinâmica celular no envelhecimento da pele. Essas células-tronco adultas residem em nichos que fornecem microambientes espacialmente distintos para manutenção e função das células-tronco e considera-se que o nicho de células-tronco contribui para a &#8216;fonte da juventude&#8217;.</p>



<p>Fala para gente se você gostou dessa postagem e se deseja saber mais sobre o assunto. Para nós, sua participação é fundamental.</p>



<p>Fontes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="http://patologia.medicina.ufrj.br/index.php/metodos-de-estudo/414-matriz-extracelular">Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina UFRJ</a></li>



<li><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9516244/">Liu, et al. 2022</a></li>



<li><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/B9780128098479000179">SUN, et al. 2016</a></li>
</ul>
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		<title>Metaloproteinases, enzimas do envelhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2016 14:25:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a teoria genética do envelhecimento do pesquisador Leonard Hayflick, o envelhecimento é um processo programado que começa no nível celular. Esse desgaste natural se deve, em grande parte, à capacidade finita de reprodução das células humanas, que conduz ao processo de senescência celular. Existem vários mecanismos que levam ao envelhecimento entre eles o estresse</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a teoria genética do envelhecimento do pesquisador Leonard Hayflick, o envelhecimento é um processo programado que começa no nível celular. Esse desgaste natural se deve, em grande parte, à capacidade finita de reprodução das células humanas, que conduz ao processo de senescência celular.</p>
<p>Existem vários mecanismos que levam ao envelhecimento entre eles o estresse oxidativo, a glicação e enzimático, o assunto dessa matéria.</p>
<p>Metaloproteinases de matriz (MMPs) compreendem uma família de proteinases que têm sido relacionadas à remodelação da MEC (matriz extracelular) e cicatrização de feridas, são um grupo de enzimas catabólicas. No tecido exercem o papel de catabolismo das regiões da matriz extracelular que precisa ser reparada, mas quando atuam de forma desorganizada, contribuem significativamente para o envelhecimento cutâneo.</p>
<p>Esta família inclui várias colagenases, gelatinases, e estromelisinases.. As metaloproteinases mais conhecidas por atuarem no processo de envelhecimento cutâneo são:<br />
MMP-1 ou colagenase;<br />
MMP &#8211; 2 &#8211; gelatina se A &#8211; 92 KDa MMP &#8211; 9 &#8211; gelatina se B &#8211; 72 KDa;<br />
MMP &#8211; 3 &#8211; Estromelisina &#8211; 1<br />
MMP &#8211; Metaloproteinase da matriz<br />
As colagenases (MMP-1) são as únicas enzimas dos mamíferos capazes de degradar as fibrilas de colágeno I e III intactas, uma vez que a tripla hélice de colágeno está desfeita e suas fibras separadas, a estromelisina (MMP – 3) e as gelatinases podem degradar as fibras individuais restantes.</p>
<p>A gelatinase A (MMP-2) degrada principalmente os componentes da junção derme-epiderme e as fibras de colágeno III, enquanto que a gelatinase B (MMP-9) apresenta intensa atividade elastolítica e de degradação das microfibrilas e fibras elásticas.</p>
<p>No tecido pré-senescente, a indução de metaloproteinases (enzimas que degradam proteínas da matriz extracelular) é baixa, ao passo que a expressão dos inibidores dessas enzimas é alta. À medida que envelhecemos, há um aumento na expressão das metaproteinases.</p>
<p>De forma oposta, os inibidores tissulares específicos dessas enzimas (tissue inhibitors of metalloproteinases – TIMP-1 e TIMP-3) diminuem, fazendo com que a capacidade degradativa desse sistema seja aumentada de maneira desorganizada.</p>
<p>A degradação das redes de elastina é aumentada na resposta inflamatória pela indução de elastase nos neutrófilos, assim como pela exposição excessiva ao calor. A exposição ao calor provoca aumento na produção de tropoelastina (precursor da elastina solúvel em sal), tanto na derme como na epiderme e da fibrilina-1 na epiderme.<br />
Na derme, o calor provoca diminuição da fibrilina-1 e aumento da produção de MMP-12, que provoca a degradação das fibras de oxitalana (fibras compostas de elastina e duas glicoproteínas).</p>
<p>As MMPs provocam a quebra do colágeno e outras proteínas da matriz extracelular. O reparo imperfeito do dano dérmico prejudica a integridade funcional e estrutural da matriz extracelular. A exposição repetida ao sol ou à radiação infravermelha causam danos dérmicos cumulativos que resultam nas rugas características da pele fotoenvelhecida.</p>
<p>A isoforma do fator de crescimento transformador beta bTGF, o b1TGF, aumenta a expressão de gene de colágeno, deposição de proteínas e diminui a degradação da matriz através da inibição aumentada de MMPs via aumento da expressão de TIMPs.</p>
<p>Ativos como o MDI Complex pode ser usado para inibir a atividade excessiva da MMP, levando a um melhor equilíbrio enzimático necessário para aparência saudável da pele.Este equilíbrio promove uma grande elasticidade à pele e aumenta a resistência a irritantes externos.</p>
<p>Outro ativo é o DensiSkin® D+ que reativa o metabolismo celular e estimula a síntese de biomoléculas e elementos âncora da junção dermo epidérmica, responsáveis pelo aumento da densidade epidérmica, são exmeplos de ativos usado para inibir essa ação enzimática que produz o envelhecimento.</p>
<p><a href="http://cientifique.com/produto-etiqueta/vitamina-c/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vitamina C</a>, dois estudos em voluntários com a vitamina C tópica a 5%, comparada com placebo, por seis meses, demonstraram melhora clínica, histológica e ultraestrutural significativas e, na derme, aumento da expressão do RNAm para colágenos I e III, das enzimas relacionadas à síntese de colágeno e dos inibidores teciduais da metaloproteinase.</p>
<p>Referências:</p>
<p>1- HARRIS, Maria I.N.C. Pele do nascimento à maturidade. São Paulo: Editora Senac São Paulo 2016<br />
2- Ladeira PRS, Isaac C, Paggiaroc AO, Boyaciyan MI, Ferreira MC. Cicatrização cutânea no feto / Fetal wound healing. Rev Med (São Paulo). 2011 abr.-jun.;90(2):60-7.<br />
3- Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos/ Gomes Rosaline Kelly, Marlene Gabriel Damasio. – 4 ed. – São Paulo: Livraria Médica Paulista Editora, 2013.</p>
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		<title>Nutricosmética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 04:36:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Produtos de beleza administrados oralmente, ainda tem muito à desenvolver. Mas já desponta como um mercado promissor. A população está acostumada a ouvir falar, e até consumir, os polivitamínicos (associação de vitaminas, minerais, aminoácidos e ácidos graxos) que colaboram com a saúde do organismo, suprindo alguma deficiência alimentar diária. Esses suplementos alimentares agem sobre todo o</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Produtos de beleza administrados oralmente, ainda tem muito à desenvolver. Mas já desponta como um mercado promissor.</div>
<div id="_mcePaste">A população está acostumada a ouvir falar, e até consumir, os polivitamínicos (associação de vitaminas, minerais, aminoácidos e ácidos graxos) que colaboram com a saúde do organismo, suprindo alguma deficiência alimentar diária. Esses suplementos alimentares agem sobre todo o organismo, ajudando a melhorar o funcionamento intestinal, cardiovascular, muscular, articular, cerebral e cutâneo. A novidade que já vem mexendo com o mercado internacional, principalmente Europa, é a utilização desses princípios com objetivos estéticos, com foco na saúde de pele e cabelos. Tornando-se conhecidos como nutricosméticos, esses produtos associam características das áreas de saúde, cosméticos e alimentos, e são regulamentados oficialmente como produtos alimentícios.</div>
<div id="_mcePaste">Suas principais aplicações são:</div>
<div id="_mcePaste">&#8211;         Auxiliar na beleza da pele (hidratação, antiidade etc.);</div>
<div id="_mcePaste">&#8211;         Preparar a pele para a exposição ao sol;</div>
<div id="_mcePaste">&#8211;         Tratamento da acne;</div>
<div id="_mcePaste">&#8211;         Reduzir a inflamação da pele após exposição aos raios UV;</div>
<div id="_mcePaste">&#8211;         Aumentar a beleza dos cabelos ou prevenir a perda dos mesmos;</div>
<div id="_mcePaste">&#8211;         Auxiliar no emagrecimento.</div>
<div id="_mcePaste">A nutricosmética está crescendo e novos fabricantes e produtos estão aparecendo. No  Brasil esse mercado vem ganhando terreno. Empresas como a dinamarquesa Imedeen e a finlandesa Viviscal já comercializa seus produtos por aqui e a Inneov, uma joint-venture entre a L´Oreal e a Nestlé, à disposição no Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Estudos publicados nos últimos 15 anos comprovam que o uso de vitaminas pode ter um papel muito importante para a saúde da pele e a manutenção da sua vitalidade por mais tempo, mesmo sabendo que não se pode atuar sobre as causas endógenas e genéticas do envelhecimento. Também é importante ressaltar que hábitos de vida saudáveis colaboram para um bom resultado.</div>
<div id="_mcePaste">Os produtos mais utilizados em nutricosmética, responsáveis por cuidar da pele de dentro para fora são:</div>
<div id="_mcePaste">♣	Vitaminas: vitamina C (forte poder antioxidante, estímulo da síntese de colágeno), vitamina E (vitamina protetora, protetora contra os radicais livres), vitamina B3, vitamina B6, biotina, ascorbato de cálcio e ascorbato de magnésio (fonte de vitamina C de excelente absorção).</div>
<div id="_mcePaste">♣	Minerais: zinco (antioxidante, regenerador dos tecidos), ferro, silício (protege a integridade das fibras de elastina e colágeno), selênio, cobre, manganês, etc.</div>
<div>♣	LN2 IN &#8211; Bisglicinato de silício complexado com taurina (imunomoduladora) potente antioxidante e Panax Ginseng  (cicatrizante) previne o envelhecimento cutâneo, aumenta a elasticidade e firmeza da pele, combate o fotoenvelhecimento por prevenir o estresse oxidativo e inibe as a expressão das metaloproteinases.</div>
<div>A <a href="http://www.beautyin.net.br/beauty-in" target="_blank" rel="noopener">beauty’in®</a> possui em sua linha produtos que se enquadram na proposta da nutricosmética o beautydrink® e a beautycandy®, que possuem em suas fórmulas ingredientes que combinam nutrientes e vitaminas, o beautybar®, que são cubos de cereais orgânicos com vitaminas, colágeno e linhaça dourada que favorece uma alimentação mais equilibrada e nutritiva, e proporciona maior absorção dos nutrientes.</div>
<div><a href="http://silvanaoliveira.com.br/cientifique/wp-content/uploads/2012/04/frutas1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1314 alignright" title="frutas1" src="http://silvanaoliveira.com.br/cientifique/wp-content/uploads/2012/04/frutas1-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a></div>
<div><a href="http://silvanaoliveira.com.br/cientifique/wp-content/uploads/2012/04/frutas1.jpg"></a>§         Alimentos Funcionais</div>
<div id="_mcePaste">♣	Produtos de soja (Linha Vegesoy – antioxidante, reforça a imunidade celular, melhora o trânsito intestinal, reposição hormonal feminina), cartilagem de tubarão, colágeno hidrolizado, DMAE bitartarato (antioxidante, aumenta a firmeza da pele), ácido alfa lipóico (repara danos oxidativos pelo seu efeito protetor contra o estresse oxidativo como a radiação UV que pode ser considerada um dos responsáveis pelo envelhecimento da pele), levedo de cerveja, soro do leite, whey protein,  além de prebióticos como os fructooligossarideos.</div>
<div id="_mcePaste">♣	Fitocêuticos, bioflavonóides e fitoquímicos (chá-verde, semente de uva extrato seco (antioxidante, protege contra a ação dos radicais livres), aloe vera, licopeno (protetor contra UV).</div>
<div>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA</div>
<div id="_mcePaste">&#8211; SOUZA, Valéria M. ANTUNES Jr, Daniel. Ativos Dermatológicos, 2006, volume 4, Editora Pharmabooks.</div>
<div id="_mcePaste">&#8211; Revista Cosméticos e Perfumes, nº 36 Abril/Maio-2006</div>
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