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	<title>Arquivo de vesículas - Cientifique</title>
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		<title>EXOSSOMO, a nova tendência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2024 14:24:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eis que surge uma nova tendência entre os principais lançamentos cosméticos em 2024 e o que mais se houve falar é sobre EXOSSOMO, não é uma descoberta tão rescente mas daqui para frente vai se falar muito sobre o tema. O exossomo foi descoberto em 1983, quando se descobriu que os reticulócitos liberavam pequenas vesículas</p>
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<p>Eis que surge uma nova tendência entre os principais lançamentos cosméticos em 2024 e o que mais se houve falar é sobre EXOSSOMO, não é uma descoberta tão rescente mas daqui para frente vai se falar muito sobre o tema.</p>



<p>O exossomo foi descoberto em 1983, quando se descobriu que os reticulócitos liberavam pequenas vesículas de 50 nm transportando receptores de transferrina para o espaço extracelular. Desde então, a compreensão do mecanismo e da função do exossomo expandiu-se exponencialmente, o que transformou a perspectiva das trocas intercelulares e dos mecanismos moleculares subjacentes à progressão da doença.</p>



<p>Exossomos são nanovesículas derivadas de células que estão envolvidas no transporte intercelular de materiais. Pequenas moléculas ou medicamentos de ácidos nucleicos, podem ser incorporados em exossomos e depois entregues a tipos específicos de células ou tecidos para realizar a entrega direcionada do medicamento. A entrega direcionada aumenta a concentração local da terapêutica e minimiza os efeitos colaterais.</p>



<p><br>Exossomos (EXOs) derivados de células-tronco derivadas do tecido adiposo (ADSCs) desempenham um papel imunossupressor, reduzindo a secreção de IFN-α, inibindo assim a ativação de células T. Além disso, ADSCs-EXOs contêm proteínas imunorreguladoras, como TNF-a, fator estimulador de colônias de macrófagos (MCSF) e RBP-4. O papel das ADSCs-EXOs na promoção da diferenciação de monócitos em macrófagos M1 foi confirmado por <em>Kranendonk et al</em>. Também foi descoberto que o miR-155 em ADSCs-EXOs pode induzir macrófagos derivados de adipócitos de camundongos obesos a se diferenciarem em M1, causando inflamação crônica com um desequilíbrio na proporção de macrófagos M1 para M2 no tecido adiposo. ADSCs-EXOs também podem regular positivamente a expressão da proteína inflamatória 1α de macrófagos e da proteína quimioatraente de monócitos 1, promovendo inflamação precoce.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="550" height="405" src="https://cientifique.com.br/cursos/wp-content/uploads/2024/05/exosomes-image_opt.jpg" alt="" class="wp-image-8740" srcset="https://cientifique.com.br/cursos/wp-content/uploads/2024/05/exosomes-image_opt.jpg 550w, https://cientifique.com.br/cursos/wp-content/uploads/2024/05/exosomes-image_opt-300x221.jpg 300w, https://cientifique.com.br/cursos/wp-content/uploads/2024/05/exosomes-image_opt-254x187.jpg 254w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /><figcaption class="wp-element-caption">Diagrama de comunicação celular do exossomo</figcaption></figure>



<p>Desta forma, estudos reforçam que ADSCs-EXOs são uma terapêutica altamente promissora para reparação e regeneração de feridas. Na ferida, ADSCs-EXOs modulam as respostas imunes e a inflamação, promovem a angiogênese, aceleram a proliferação e a reepitelização das células da pele e regulam a remodelação do colágeno que inibe a hiperplasia cicatricial. ADSCs-EXOs podem melhorar o enxerto de gordura, promover a cicatrização de feridas em pacientes diabéticos e atuar como transportador e estrutura combinada para o tratamento, levando ao reparo cutâneo sem cicatrizes. ADSCs-EXOs têm aplicações na prática clínica e são susceptíveis de alcançar a melhor cicatrização fictícia de feridas cutâneas.</p>



<p>O envelhecimento está associado a alterações na composição e função dos exossomos, que podem influenciar a homeostase tecidual e contribuir para a progressão de doenças relacionadas à idade. Pesquisa mostrou que exossomos derivados de células-tronco adultas, como células-tronco mesenquimais humanas (hMSC), podem promover a regeneração e reparação de tecidos, modular o sistema imunológico e reduzir a inflamação. Estas descobertas sugerem que a terapia com exossomos poderia rejuvenescer o corpo e combater doenças relacionadas à idade. Espero que a leitura tenha contibuido para o seu conhecimento e fique à vontade para comentar ou deixar sua dúvida.</p>



<p>fontes:</p>



<p>https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33458899/<br>https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31047959/<br>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7847680/<br>https://www.dvcstem.com/post/exosomes</p>
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